Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), o acidente envolveu dois veículos, um Corsa e um Polo, mas não havia testemunhas e por isso não foi possível entender a dinâmica da batida.
Uma passageira que estava no Corsa morreu no local. Além disso, o motorista e um passageiro do Corsa ficaram feridos e foram levados para hospitais da região. No Polo estavam o motorista e uma passageira, que também foram socorridos pelas equipes do Samu.
O trânsito foi interrompido nos dois sentidos da pista, que é de mão dupla. No trecho, existe sinalização horizontal de proibido ultrapassar, conforme mostra foto enviada pela Polícia Rodoviária.
A Polícia Científica esteve no local e irá apontar as causas do acidente. GMConline
Os jovens, moradores de Paiçandu, seguiam pela Avenida Brasil quando Alan empinou a moto e, ao tocar o pneu novamente no asfalto, perdeu o controle da direção e colidiu contra um poste. Após a batida, a moto ainda se arrastou por cerca de 10 metros. Imagens de câmera de segurança registraram momentos antes da batida. Veja aqui.
Alan, que trabalhava em uma panificadora da família, morreu na hora. Tamiris sofreu uma parada cardiorrespiratória. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizaram manobras de reanimação, mas a jovem também não resistiu.
A Prefeitura de Paiçandu emitiu uma nota lamentando o ocorrido. Veja:
NOTA DE PESAR
A Prefeitura de Paiçandu manifesta profundo pesar pelo falecimento de dois jovens, entre eles a sobrinha do prefeito Ismael Batista, vítimas de um grave acidente ocorrido na tarde de hoje.
Neste momento de imensa dor, expressamos nossa solidariedade às famílias enlutadas, aos amigos e a toda a comunidade que se entristece com esta perda precoce e irreparável.
Rogamos a Deus que conceda conforto, força e serenidade a todos que sofrem diante desta tragédia. Que as memórias e o legado deixados pelos jovens sejam sempre lembrados com carinho. GMConline
Entre os muitos pais emocionados, destacava-se o jornalista e empresário Carlos Roberto de Moraes, que acompanhava tudo com o olhar firme e os olhos marejados, tomado pela felicidade de ver sua filha, Carla Roberta Sirotti de Moraes, receber o diploma. A partir de agora, oficialmente, Dra. Carla Roberta.
O tio da Dra Carla Roberta, também médico, Dr. Fernando Sirotti, sua esposa Ângela e o avô Irineu em momento de celebração cheios de felicidade.
Na prática, a cidade tem uma média de 30,1 mil autuações por mês, o que equivale a cerca de mil multas aplicadas por dia. Agosto foi o mês com o maior volume de infrações, somando 35 mil registros, todos provenientes de radares fixos instalados nas vias urbanas.
Excesso de velocidade domina o ranking
O excesso de velocidade segue como o principal motivo das autuações em Maringá.
Entre as 271 mil multas aplicadas neste ano:
237 mil ocorreram quando a velocidade ultrapassou em até 20% o limite permitido — uma infração média;
29 mil foram por velocidade entre 20% e 50% acima do limite — infração grave;
e 3,5 mil casos aconteceram quando o motorista excedeu em mais de 50% a velocidade máxima — infração gravíssima, com multa triplicada, suspensão imediata da CNH e apreensão do documento de habilitação.
Além disso, os sistemas de fiscalização semafórica eletrônica registraram 54 mil autuações entre janeiro e setembro. Destas, 53 mil foram por avançar o sinal vermelho ou desrespeitar a parada obrigatória, enquanto 712 multas foram aplicadas a motoristas que pararam sobre a faixa de pedestres durante a mudança de sinal.
Em entrevista ao Portal GMC Online, o secretário de Mobilidade Urbana, Luciano Brito, explicou que o aumento nas infrações acompanha o crescimento da frota de veículos na cidade.
“O número de veículos cadastrados junto ao Detran tem crescido de forma constante. Quando assumimos a secretaria, havia uma média de 8,2 veículos a cada 10 habitantes em Maringá. Hoje, são 8,4 veículos para cada 10 habitantes. Isso representa cerca de 360 mil veículos circulando”, disse Brito.
O secretário comparou a realidade local com a de cidades referência em mobilidade urbana. “Em Copenhague, na Dinamarca, que tem excelente mobilidade, há apenas 2 veículos a cada 10 habitantes. Além disso, eles contam com uma rede de modais alternativos muito desenvolvida. Aqui, quase 80% dos deslocamentos são feitos em um raio de até 5 quilômetros, o que mostra que poderíamos usar mais a bicicleta ou até caminhar.”
Rotatividade de radares e foco educativo
Brito também esclareceu que os radares de Maringá passam por rodízio periódico, conforme a redução nos índices de infrações e acidentes. “Temos cerca de 90 radares na cidade. Eles são laudados e instalados de acordo com as normas do Código de Trânsito Brasileiro. A cada 60 a 90 dias, avaliamos o desempenho e quando as infrações diminuem em determinado ponto, migramos o equipamento para outro local com maior índice de desrespeito às regras”, explicou.
Celular ao volante e avanço de sinal também preocupam
O secretário ainda destacou que o uso do celular enquanto dirige é uma das infrações que mais crescem, muitas vezes flagrada junto ao avanço de semáforo.
“A câmera registra o momento em que o condutor avança o sinal e, muitas vezes, é possível constatar também o uso do celular. Em um minuto de distração, a 60 km/h, o veículo percorre 36 metros sem controle. Temos motociclistas que infelizmente perderam a vida por isso”, alertou.
Conscientização é o desafio
Com o aumento das multas e da frota de veículos, a Secretaria de Mobilidade Urbana reforça a necessidade de mudança de hábitos no trânsito. “Precisamos refletir se realmente é necessário usar o carro para todos os deslocamentos. Nossas vias já estão saturadas. Adotar outros modais, como bicicleta ou caminhada, é uma forma de aliviar o trânsito e tornar a cidade mais segura para todos”, concluiu Brito. GMConline
A aliança é composta por proprietários de imóveis e moradores do Jardim França, onde predominam casas geminadas; do Distrito Vale Azul, bairro de pequenas chácaras; e dos condomínios de alto padrão Green Park e Ecovalley Residence, os quatro em Sarandi; do Parque das Águas, em Marialva; e do Ecogarden Residence, em Maringá, que se mobilizam para impedir a concretização da obra. As divisas municipais na região são mesmo atípicas, como disse uma moradora do Ecogarden: “A portaria do meu condomínio tem endereço em Maringá, mas eu pago o IPTU da minha casa para Sarandi”.
O Ministério Público de Sarandi já moveu uma ação judicial para anular o decreto municipal que desapropriou a área de 20 mil m² para a construção da Casa de Custódia. Inicialmente foi negada em primeira instância, decisão essa que foi ratificada pelo Tribunal de Justiça do Paraná, segundo informou a Prefeitura de Sarandi na quinta-feira passada. “A decisão judicial (do TJ) reconheceu que o Município atendeu aos requisitos legais necessários”, afirmou a prefeitura ao ser procurada pela reportagem – a integra da nota está no final da matéria.
Mas a decisão não deve cessar a disputa jurídica. Por conta própria, os moradores e proprietários de imóveis da Tríplice Divisa pretendem recorrer ao Judiciário mais uma vez. Uma reunião entre a direção da Associação de Moradores do Jardim França e do Vale Azul e os moradores do Condomínio Ecogarden aprovou um aporte financeiro de R$ 50 mil à causa. Os recursos serão usados para custear os honorários advocatícios, laudos e documentação necessária.
Conforme a ata da reunião – que a reportagem teve acesso-, o custo total da ação, incluindo honorários advocatícios, laudos e documentações necessárias, foi estimado em R$ 85 mil. A parte do Ecogarden será dividida entre todos os proprietários do residencial em parcelas mensais e os R$ 35 mil restantes ficará por conta da Associação de Moradores do Jardim França e do Vale Azul.
Faltou EIV à Casa de Custódia
O advogado Fernando Vicentin, que esteve presente à reunião, apontou falhas técnicas no processo de desapropriação. Uma delas seria, conforme questionou, o baixo preço pago na desapropriação da área. O Município pagou R$ 2.080.000,00 por 20 mil m². Ou seja, R$ 104,00 por m². Segundo um antigo morador do Vale Azul, no começo deste ano “uma provedora de internet comprou um lote de mil metros quadrados na esquina das ruas Minas Gerais com Guanabara por R$ 280 mil, já murado”. Ou seja, pagou R$ 280,00 por m². “Mas já tem gente pedindo R$ 350 mil”, acrescentou.
Outra possível falha, segundo o advogado expôs na reunião, foi não ter sido realizado o Relatório de Impacto de Vizinhança e Audiências Públicas. Isso, conforme a legislação, deveria ter sido realizado pelo Município antes da desapropriação, para ter conhecimento se a área efetivamente serviria para o objetivo proposto. No entanto, na nota enviada pela Prefeitura na quinta-feira, 30, ela afirma que a audiência pública e os estudos técnicos necessários foram realizados.
O fato de a área desapropriada ficar a menos de 1,5 mil metros de um aterro sanitário, distância mínima legal, também segundo Vicentin, seria outro impedimento legal previsto na legislação ambiental. Foi mencionada ainda a inexistência de estrutura básica nos arredores, como escola, creche e posto de saúde, “elementos que, curiosamente, constam de forma positiva no laudo técnico encomendado pelo Município”, acrescentou o advogado.
Ele esclareceu que a ação popular será proposta contra o Município de Sarandi, pela desapropriação irregular do imóvel, e contra o Estado do Paraná (por meio do DEPPEN), responsável pela tentativa de construção da Casa de Custódia, buscando-se, por via judicial, a reversão da desapropriação e o impedimento da obra por falta de laudos . Já a ação proposta pelo Ministério Público foi apenas contra o Município.
Síndicos de outros dois condomínios da região ouvidos pela reportagem – que pediram para não serem identificados – observaram que “ter como vizinhos de muro presos custodiados gera uma grande sensação de insegurança”. Segundo eles, “particularmente as comunidade do Jardim França e do Distrito Vale Azul precisam mais de infraestrutura e equipamentos públicos do que uma Casa de Custódia”. Um deles disse que os moradores do condomínio não pretendem fazer manifestações públicas, “e sim lutar na Justiça”.
TJ reitera decisão de primeira instância
Procurada para falar sobre o caso, por meio de nota a Prefeitura de Sarandi informou que “o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, manteve a decisão da primeira instância em decisão do desembargador Coimbra de Moura, da 4ª Câmara Cível, e negou o pedido de efeito suspensivo requerido pelo Ministério Público Estadual que pedia a paralisação do processo de construção da Casa de Custódia nas proximidades do Jardim França.
Com isso, fica mantida a decisão de primeira instância, que considerou legal o decreto de desapropriação do terreno, autorizando o início das obras.
A decisão judicial reconheceu que o Município atendeu aos requisitos legais necessários, incluindo estudo de impacto orçamentário-financeiro, análise de infraestrutura urbana e acessibilidade, além da localização estratégica do imóvel, adequada ao planejamento técnico do projeto.
Lembrando que o município já efetuou o depósito dos valores e está aguardando apenas a perícia judicial.
O Município reforça que atua em conformidade com a legislação e que o processo de desapropriação segue respaldado pelo interesse público, observando os princípios da legalidade, transparência e eficiência administrativa.
Em relação à posse do terreno, o Município segue cumprindo os trâmites legais para formalização da transferência ao Governo do Estado do Paraná, responsável pela execução da obra.
A Prefeitura de Sarandi reitera seu compromisso com a população e destaca que todas as etapas do projeto estão sendo conduzidas dentro da legalidade e sob acompanhamento técnico e jurídico”.
A assessoria de imprensa do Governo do Estado também foi procurada e retornou dizendo que acdemanda foi passada para a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, à qual o Departamento de Polícia Penal (Deppen) está ligado, mas não houve nenhum novo retorno, que será publicado tão logo seja enviado.
O que é uma Casa de Custódia
Uma Casa de Custódia é uma instituição responsável por abrigar e custodiar pessoas adultas que foram detidas pela prática de crimes, enquanto aguardam julgamento ou cumprimento de pena. GMConline
O Asther nasceu dentro da Enactus UEM, um programa de extensão universitária que estimula o empreendedorismo social. O grupo multidisciplinar reúne alunos de Direito, Engenharia, Design e Saúde, sob orientação da professora Leila Pessôa da Costa. A ideia surgiu da constatação de que as próteses mioelétricas disponíveis no mercado são caras — custam entre R$ 20 mil e R$ 80 mil — e inacessíveis para a maioria das pessoas com deficiência.
A estudante Giovana Godoy da Costa, do quarto ano de Direito e presidente do time Enactus, explica que a proposta é unir tecnologia e inclusão. “Queremos desenvolver uma prótese de alta qualidade, com custo muito mais acessível. A impressora 3D permite personalizar cada modelo conforme as necessidades de cada pessoa, garantindo conforto e autonomia”, afirma Giovana.
As próteses mioelétricas funcionam a partir de sensores que captam os sinais elétricos dos músculos, permitindo que o usuário movimente a prótese de forma mais natural e precisa, sem depender de mecanismos manuais. Segundo a professora Leila, o projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 10 – Redução das Desigualdades. Ela destaca que iniciativas como essa fortalecem a formação cidadã dos estudantes. “A universidade precisa formar profissionais preparados para o mundo do trabalho, mas também conscientes do seu papel social. Trabalhar com empreendedorismo de impacto é unir conhecimento, propósito e transformação”, comenta.
O nome Asther vem da estrela-do-mar, símbolo de regeneração e autonomia — valores que o grupo busca traduzir nas próteses que desenvolve. O projeto já passou por etapas de prospecção e testes de materiais e está avançando para o segundo protótipo. A equipe celebra a conquista de representar o estado e já mira o futuro. “Estar entre os finalistas é uma grande conquista, mas o nosso sonho é ver o Asther se tornar um negócio de impacto, capaz de transformar vidas em todo o país”, diz Giovana.
Além da competição, o time busca parcerias e apoio financeiro para continuar os testes e aprimorar o produto. Interessados em colaborar podem entrar em contato com a equipe pelo e-mail enactus.uem@gmail.com.
O Desafio Liga Jovem é considerado a maior competição de empreendedorismo e tecnologia estudantil do Brasil, e nesta edição reúne mais de 62 mil participantes de todo o país. Para o grupo da UEM, mais do que disputar um prêmio, o objetivo é aprender, compartilhar experiências e continuar inovando com propósito. GMConline
Segundo informações repassadas ao Portal aRede, outro veículo estava passando momentos antes do acidente a acabou desligando em cima da linha férrea, o Voyage estaria atrás dele. Após o condutor do outro veículo retirá-lo do local, o Voyage avançou e a locomotiva acabou atingindo a parte da frente do veículo. Assustado, o motorista foi acolhido por populares e atendido posteriormente por equipes de socorro no local.
Agora, as equipes de segurança buscarão apurar os fatos que ocasionaram este acidente na linha férrea da Vila Margarida. Apesar do susto, ninguém se feriu e o trânsito no local ficou parcialmente bloqueado após o acidente.
As informações são da aRede.
De acordo com informações repassadas à polícia, quatro criminosos invadiram o imóvel por volta das 5h da madrugada e passaram a agredir o casal. Durante o ataque, os invasores gritavam e exigiam que o homem revelasse o nome de uma pessoa, ainda não identificada, o que pode indicar uma tentativa de acerto de contas.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas imediatamente. Devido à gravidade dos ferimentos, uma equipe médica de suporte avançado de Maringá precisou ser deslocada até o local. A vítima foi intubada e encaminhada em estado crítico ao Hospital Santa Casa de Maringá.
A mulher também ficou ferida e recebeu atendimento médico, sendo encaminhada ao Hospital de Mandaguaçu.
A Polícia Militar realizou buscas na região, mas nenhum suspeito foi localizado até o momento. O caso foi repassado à Polícia Civil de Mandaguaçu, que abriu inquérito para investigar as circunstâncias do crime e identificar os autores.
As informações são do Plantão Maringá.