Autoridades elogiam ação policial após resgate de crianças em Curitiba

Governador, governador eleito e prefeito destacaram o trabalho das equipes no CMEI São Braz; cinco crianças foram levadas a unidades de saúde para avaliação.

Autoridades elogiam ação policial após resgate de crianças em Curitiba
Moro, Ratinho Junior e Pimentel parabenizam BOPE após resgate de crianças reféns em creche de Curitiba; entenda como tudo aconteceuFoto: Reprodução, Agora Litoral

O governador Ratinho Junior, o governador eleito Sergio Moro e o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, elogiaram a atuação das forças de segurança no resgate de crianças mantidas reféns no CMEI São Braz, em Curitiba. Segundo o relato divulgado, 13 crianças foram retiradas da situação e ficaram em segurança. Cinco foram encaminhadas preventivamente a unidades de saúde.

As manifestações destacaram o trabalho da Polícia Militar do Paraná e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE). As autoridades também afirmaram que crianças, familiares e profissionais da creche receberiam acolhimento e suporte psicológico após o episódio.

De acordo com as informações sobre a ocorrência, o suspeito invadiu a unidade no bairro São Braz armado com uma faca, material inflamável e um simulacro de arma de fogo. Policiais isolaram a área e iniciaram negociações enquanto educadores retiravam parte dos alunos da zona de risco.

Após cerca de três horas, a equipe tática entrou na creche. O coronel Alexandre Lopes Dias afirmou que a decisão ocorreu quando o homem passou a agredir crianças e a situação se agravou. Durante a intervenção, o suspeito teria tentado avançar contra uma delas e foi baleado. Ele morreu no local, conforme o relato. Os objetos encontrados foram apreendidos.

As cinco crianças levadas a unidades de pronto atendimento apresentavam ferimentos leves ou foram encaminhadas por precaução, segundo o conteúdo divulgado. As demais receberam assistência de equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros.

Em suas manifestações, Moro e Pimentel agradeceram às equipes envolvidas e ressaltaram que a prioridade foi preservar a vida dos alunos. Ratinho Junior também afirmou que as pessoas afetadas teriam atendimento após o episódio.

A Polícia Civil investiga a motivação do suspeito. O coronel disse que não era possível afirmar o que ele pretendia ou o que teria motivado a ação. Relatos preliminares mencionados no conteúdo sugerem possíveis questões de saúde mental, mas não há confirmação apresentada.

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