Papel institucional sem vínculo eletivo reúne diferentes atuações ao longo de mandatos estaduais.

A trajetória política do Paraná guarda momentos singulares na história do Poder Executivo estadual, incluindo períodos marcados pela atuação de primeiras-damas e até mesmo a figura inédita de um primeiro-cavalheiro. Embora o termo não corresponda a um cargo eletivo ou função pública formalmente estabelecida na Constituição, a presença dessas figuras acompanha os mandatos e envolve diferentes frentes de atuação em ações sociais e administrativas.
Um dos episódios mais marcantes da política paranaense ocorreu em 2018, quando Cida Borghetti assumiu o comando do governo estadual após a renúncia de Beto Richa. Com a posse, o marido dela, Ricardo Barros, passou a ser reconhecido como o primeiro-cavalheiro do estado, invertendo a tradição histórica associada à função institucional. O período da gestão foi encerrado com a posse do atual governador.
Ao longo de diferentes administrações estaduais, várias personagens exerceram papéis de destaque na vida pública paranaense, seja por meio de coordenações de gabinetes voltados à solidariedade, presidência de conselhos de ação social ou à frente de secretarias de estado ligadas ao desenvolvimento social e à família. Outros nomes também marcaram passagens curtas pelo governo estadual em momentos de transição de mandatos.