Tayna Miessa prioriza proteção às mulheres em campanha ao governo do Paraná

Tayna Miessa prioriza proteção às mulheres em campanha ao governo do Paraná
Foto: Divulgação, Band News FM Curitiba

Em entrevista à BandNews Curitiba, candidata defende desmilitarização da Polícia Militar e aposta em saúde preventiva; vice é Willian Araki

Tayna Miessa, candidata ao governo do Paraná, afirmou em entrevista à BandNews Curitiba que a principal prioridade de sua campanha é a proteção das mulheres, com foco em políticas para reduzir a violência de gênero. A candidata, produtora de espetáculos públicos e estreante em cargos eletivos, disse considerar o estado inseguro para mulheres e prometeu medidas voltadas à defesa da vida feminina.

Prioridades de campanha

Durante a entrevista, Miessa apresentou a proteção às mulheres como sua principal bandeira. Ela qualificou o Paraná como um lugar perigoso para mulheres e afirmou que buscará ações específicas para enfrentamento da violência. Essas declarações foram feitas pela candidata à emissora; a reportagem registra as propostas conforme expostas por ela.

Segurança pública e desmilitarização

A candidata defendeu a desmilitarização da Polícia Militar, argumentando que a segurança pública se relaciona com a qualidade de vida da população. Ela afirmou pretender investir nas instituições policiais de formas alternativas à estrutura atual, sem detalhar no áudio da entrevista quais seriam as mudanças administrativas ou orçamentárias específicas.

Propostas na área da saúde

Na área da saúde, Tayna Miessa destacou a ênfase em prevenção. Entre as propostas citadas na entrevista estão a intensificação das ações educativas com o objetivo de melhorar a cobertura vacinal no estado e medidas de atenção preventiva. A candidata apresentou essas medidas como parte de uma estratégia mais ampla para reduzir riscos à população.

Miessa também informou que seu vice na chapa é o dentista Willian Araki. As informações deste texto refletem as falas divulgadas pela candidata na entrevista à BandNews Curitiba e não foram objeto de verificação independente pela reportagem.

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